Entrevista exclusiva com o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Rui Barros, feita por Leonor Varela, em Bissau.
O DIABO - Assume a liderança do governo num momento particularmente difícil,
em que a Guiné-Bissau se vê confrontada com cortes nos programas de ajuda internacional. Como está a lidar com esta situação?
RUI BARROS - É certo que a situação é bastante difícil de ponto de vista financeiro. Não só agora mas também antes, porque o governo anterior vivia só de ajuda, a despeito de ter beneficiado da redução de dívidas ao nível de Clube de Paris e outras instituições Internacionais. Mais de 70 por cento das receitas do Estado destinam -se ao pagamento dos salários, o que vai contra os princípios da UEMOA, no quadro do nosso
engajamento na sub-região. Apesar das dificuldades que persistem, estamos a utilizar com racionalidade e transparência as receitas obtidas em alguns programas concretos que se prendem, nomeadamente, com a Educação e Saúde. É por isso que conseguimos fazer com que a Administração funcione.
[Para ler na íntegra na edição desta semana de "O Diabo"]
1 comentário:
So mais um outro a querer ter a sua vez em roubos... os coitados dos pobres sao sempre os grandes sofredores... Mas certifiquem-se esses malfadados que estamos todos a ser observados...Ah, pois nao, nao acreditem ! Vejam so "The Interview of Dr. Rudy Lloyd and the NDE" no you tube !
Gozem todos bem o roubo que aqui vao fazendo na Terra que "no outro lado" terao o que merecem - o Inferno !
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